O homem encontrado morto nas águas do Rio Paraná, em Foz do Iguaçu, no domingo (20), foi identificado como Gustavo Fedato, de 29 anos.
Gustavo estava desaparecido desde a última quarta-feira, 16 de setembro, conforme registro oficial disponível no sistema de pessoas desaparecidas da Polícia Civil do Paraná. O cadastro informa Foz do Iguaçu como município do desaparecimento.
O corpo foi localizado depois que pescadores perceberam algo preso entre galhos e vegetação próximos à margem do Rio Paraná e acionaram as equipes de emergência.
O Corpo de Bombeiros realizou a retirada do corpo da água e o levou até uma rampa de acesso da região, onde foram iniciados os procedimentos de perícia.
Corpo apresentava marcas de tiros
Durante a avaliação inicial, foram constatadas diversas perfurações que seriam compatíveis com disparos de arma de fogo.
A ocorrência passou a ser investigada pela Delegacia de Homicídios de Foz do Iguaçu. A Polícia Científica realizou os trabalhos periciais e encaminhou o corpo para exames.
Registros divulgados posteriormente também apontam a causa da morte como violenta, por perfuração provocada por arma de fogo.
As informações iniciais publicadas no domingo ainda tratavam a identidade como desconhecida, já que a confirmação ocorreu posteriormente.
Gustavo estava desaparecido havia quatro dias
O cadastro estadual de desaparecidos confirma que Gustavo Fedato, de 29 anos, havia sido registrado como desaparecido em 16 de setembro, quatro dias antes de seu corpo ser encontrado.
Familiares e conhecidos vinham procurando por informações sobre o paradeiro dele.
Publicações locais apontam que a localização ocorreu na região próxima à comunidade Monsenhor Guilherme, às margens do Rio Paraná. Esse detalhe, porém, não constava na primeira informação policial divulgada sobre o atendimento.
Polícia apura se corpo foi levado até o rio
Um dos pontos analisados pelos investigadores é como a vítima chegou ao local onde foi encontrada.
Durante os trabalhos realizados no domingo, foram verificadas peças de roupa e outros vestígios encontrados na região. Informações preliminares indicaram sinais que poderiam sugerir que o corpo foi movimentado antes de chegar à água.
Outra versão divulgada pela cobertura local aponta como hipótese que Gustavo tenha sido morto e posteriormente colocado no Rio Paraná. Essa dinâmica ainda depende da investigação da Polícia Civil e não deve ser tratada como definitivamente estabelecida.
Autoria e motivação ainda não foram esclarecidas
Até a atualização consultada nesta segunda-feira (21), não havia divulgação oficial sobre prisão de suspeitos nem identificação de possíveis autores.
Também não há motivação oficialmente confirmada para o homicídio.
A Delegacia de Homicídios trabalha para reconstruir os últimos passos de Gustavo, esclarecer onde o crime ocorreu e identificar as pessoas envolvidas.
Algumas publicações chegaram a mencionar possíveis linhas relacionadas à vida anterior da vítima, mas, até o momento, não encontrei manifestação oficial da Delegacia de Homicídios confirmando qualquer vínculo desse tipo com a morte. Por isso, essas hipóteses não foram incorporadas à matéria como fato.
O corpo passou pelos procedimentos da Polícia Científica e foi posteriormente liberado para os atos funerários.